terça-feira, 27 de setembro de 2016

Exposição do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho abre dia 3 de Outubro


 
Foto: EMT

De 03 a 30 de outubro acontece a exposição dos trabalhos Selecionados e Premiados do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho.

Nesta edição o concurso teve como tema “Olimpíadas” e recebeu 230 desenhos de crianças de 9 a 14 anos de vários estados brasileiros como: São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Rio de janeiro, Amazonas e Rio Grande do Sul.

A comissão organizadora selecionou 112 desenhos que estarão expostos no Centro de Convenções Aydil Bonachella.

Premiados: 1º - Lucas Henrique Antunes Pires – 10 anos – Indaiatuba, 2º Mariah Oliveira Costa – 12 anos – Indaiatuba, 3º Carolline Cellie da Costa Almeida – 13 anos – B. Horizonte – MG.

Menções honrosas: Maria Eduarda Ap. Santos – 09 anos – Cotia – SP, Kailany Alves da Silva – 12 anos – S. A. da Patrulha, RS e Nicole Pasqualini – Indaiatuba – SP.

O evento é organizado pelo Estúdio EMT e conta com o Apoio da Secretaria de Cultura de Indaiatuba e Colégio Episteme.

SERVIÇO:
Exposição do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi
De 03 a 30 de Outubro
Local: Centro de Convenções Aydil Bonachella – Indaiatuba – SP.
(Rua das Primaveras, 210 – Jardim Pompéia)
Informações: (19) 98157-3786 (Emt)

domingo, 18 de setembro de 2016

Escolhidos os vencedores do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi - Desenho

Wilma Schroeder, Airton Sobreira e Moacir Torres

No último dia 17, a comissão de seleção e premiação do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho, formada por Airton Sobreira (Artista Plástico e Escritor), Wilma Schroeder Peres (Artista Plástica) e Moacir Torres, se reuniram no Centro de Convenções Aydil Bonachella em Indaiatuba para escolherem entre os trabalhos selecionados para a exposição, os três vencedores e três Menções Honrosas que receberão os prêmios.

Foram 230 desenhos inscritos, desse total a comissão organizadora escolheu 112 para a Exposição.

Dos trabalhos que comporão a Exposição, 88 são de Indaiatuba e 24 são de outros estados.

O evento é realizado pelo Estúdio EMT e conta com o apoio da Secretaria de Cultura de Indaiatuba e Colégio Episteme.  

 O resultado será divulgado dia 3 de Outubro no site: www.turmadogabi.com.br.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

História do Pequeno Gabi é o novo livro infantil do Estúdio EMT.


Já está à venda no site da Amazon e no EMT, o Livro impresso e e-book “História do pequeno Gabi”.

Neste livro o escritor e cartunista Moacir Torres, conta a dramática história do pequeno Gabi, que após ser abandonado por sua mãe biológica, é encontrado pela família Seixas, adotado e criado com muito amor e carinho.

O livro impresso pode ser pedido através do e-mail: estudioemt@gmail.com ou (19) 98157-3786.

Para adquirir o e-book no Amazon, basta acessarem: https://www.amazon.com.br/dp/B01LQQT0T8

SERVIÇO:
Livro: História do Pequeno Gabi
Autor: Moacir Torres
Editora EMT
Site: www.turmadogabi.com.br

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Exposição "40 anos da Turma do Gabi" - Biblioteca Pública Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink - Campinas - SP.

Foto: Suze Elias
Estará aberta ao público a partir desta terça (6) a Exposição dos 40 anos de criação da Turma do Gabi do Cartunista e Escritor Moacir Torres.
Serviço: “Exposição 40 anos da Turma do Gabi”

Local: Biblioteca Pública Municipal “Professor Ernesto Manoel Zink”
Av. Benjamin Constant, 1633 Centro Campinas
Tel.: 019 2116 0423

Visitação: De 6 a 30 de setembro de 2016, de 2.a à 6.a feira, das 9 às 17 horas - Entrada franca.


TURMA DO GABI – 40 ANOS DE CRIAÇÃO – MOACIR TORRES
No ano de 2015 fez 40 anos que o cartunista e escritor Moacir Torres começou a criar os primeiros personagens da Turma do Gabi, e que hoje somam mais de trinta integrantes.A Turma do Gabi alegrou e continua divertindo milhares de crianças brasileiras com suas aventuras recheadas de humor, fantasia e mensagens educativas.
São 40 anos circulando em TVs, Suplementos Infantis, Revistas em Quadrinhos, Animações (YouTube), Livros, E-books, Produtos,Internet e em muitas outras mídias.
Para comemorar essa data tão importante, o EMT - Estúdio Moacir Torres estará realizando uma exposição em homenagem aos “40 anos” com dezenas de painéis com capas de revistas e Suplementos Infantis contando a história da turminha.
Estarão fazendo parte da exposição comemorativa dezenas de desenhos, feitos pelos seguintes desenhistas brasileiros e estrangeiros: 
Luke Ross (Marvel-SP), Mário Cau (Campinas), Marcos Gratão (Araçatuba), Nestablo Ramos (DF), Laudo Ferreira (SP), Xavier (Avaré), Jorge Araújo (Rio Bonito – RJ), Marcelo Marão (RJ), Júlio Magá (SP), Márcio Meyer (Sta. Cruz do Sul – RS), Paulo José (SP), Bira Dama (Campinas), Gustavo Machado (Londrina – PR), Manoel Dantas (Aracaju-SE), Verde (SP), Spacca (SP), Paulo Borges (Jundiaí – SP) Tenório (Indaiatuba-SP), Pat Menghi (Argentina), Jal (SP), Mário Mastrotti (Sto. André), Aluir Amâncio (SP) e muitos outros.
Essa mesma exposição será itinerante e acontecerádurante o ano todo em cidades da Região de Campinas e São Paulo (SP).
HISTÓRIA: Em 1975 o cartunista Moacir Torres teve um sonho com esses personagens, e na manhã seguinte começou a rabiscar os primeiros deles, que mais tarde formariam a Turma do Gabi. Os principais integrantes dessa turminha do bem são formados por: Gabi, Geninha, Bacana, Vira Lata Fred, Palhaço Piruquinha, Lorenço e o Gato Malucats. 

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Exposição do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi - Desenho contará com trabalhos de vários estados brasileiros.



A exposição do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi terá centenas de desenhos expostos de 03 a 30 de Outubro no Centro de Convenções Aydil Bonachella (Rua das Primaveras, 210, 210 – Jardim Pompéia – Indaiatuba - SP).

A edição deste ano recebeu centenas de desenhos com o tema “Olimpíadas” de crianças e jovens com idades entre 9 e 14 anos, dos seguintes estados: São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Rio de janeiro, Amazonas e Rio Grande do Sul.

Neste mês, a comissão de seleção e premiação do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho se reúne para escolher entre os trabalhos recebidos os que serão expostos em Outubro, no Centro de Convenções Aydil Bonachella.

Os trabalhos premiados também serão definidos, mas só serão anunciados em outubro, durante solenidade com data a ser divulgada.

Os três ganhadores receberão um Tablet cada, as três menções indicadas pelo júri serão contempladas com um Kit de revistas e livros da Turma do Gabi.

O júri de seleção final e premiação são formados por Wilma Schroeder (Artista Plástica), Airton Parra Sobreira (Artista plástico e Escritor) e Moacir Torres (Cartunista e Escritor).

O evento é realizado pelo Estúdio Moacir Torres (EMT) com apoio do Colégio Episteme e da Secretaria de Cultura.

A relação dos participantes da exposição bem como os nomes dos premiados estará no site: www.turmadogabi.com.br a partir do dia 03 de Outubro.

Maiores informações: (19) 98157-3786
E-mail: contato@estudioemt.com

Educação: Quem disse que isso era tarefa da escola? - Luciana Mendina - Blog Leiturinha


Coluninha | Por Luciana Mendina.

Quando li o livro Limites sem trauma, da Tânia Zagury, em 2001, não imaginava que ele se manteria atualíssimo quinze anos depois. Não é à toa que o livro está em sua 92ª edição, um feito para um país no qual a leitura não é valorizada. Na época, eu tinha dois filhos bebês: Maria Júlia com 2 anos e Bernardo com um ano, e me preocupava muito com a educação que daria para eles. Já percebia, na época, que a maioria dos pais era muito condescendente na hora de aplicar um castigo para o filho ou até mesmo de dar limites básicos, como dizer “não” para comportamentos inadequados. Eu não queria agir da mesma forma, eu queria ser uma mãe presente, carinhosa, mas que impusesse limites aos meus filhos sem traumatizá-los. Olivro, então, foi uma resposta para minhas aflições. Vi que estava no caminho certo.
Infelizmente, nesses últimos quinze anos, em vez dessa questão melhorar, como eu acreditava que ocorreria, só tem piorado cada vez mais. Eu me deparo, no dia a dia, com cenas inacreditáveis de pais que, além de não educarem seus filhos, não permitem que outros o façam, principalmente os professores. Nunca os professores foram tão desvalorizados e maltratados como agora. Pelos pais e, consequentemente, pelas crianças. Para um eleitorado que reclama constantemente dos baixos investimentos em “educação” no país, esse fato é extremamente contraditório.
Até porque educação começa em casa. Não é privilégio de colégios. Muito pelo contrário. Normalmente, os filhos reproduzem nas salas de aula o que vivenciam em seus lares, seja em termos de conhecimento, seja em termos de comportamento. Pais violentos criam filhos violentos, pais sem educação criam filhos mal-educados e por aí vai. Os pais são, desde o nascimento, um espelho para seus filhos e têm um papel decisivo na formação de seu caráter. Então, a que podemos atribuir esse “medo” de impor limites dos pais hoje em dia?
Admito que vim de uma família bem rígida. Meus pais eram gaúchos e definiam regras para nós, suas filhas. Tínhamos horário para dormir – às 20 horas até os dez anos – horário para fazer os deveres de casa, para tomar banho, para brincar com os amigos, para ver televisão. Não assistíamos nenhuma novela depois das 20 horas, não havia exceção. Também não ficávamos assistindo TV a qualquer hora do dia. Ao acordarmos, tínhamos de arrumar nossas camas e todas as refeições eram feitas à mesa, com ou sem nossos pais (meu pai era piloto e precisava se ausentar alguns dias e minha mãe faleceu quando eu tinha 14 anos e minhas irmãs, 11 e 7 anos, respectivamente).
Essa rotina, longe de nos traumatizar, tornou-nos adultas responsáveis, disciplinadas e resistentes às frustrações. Entendemos que, às vezes, não conseguimos o que desejamos e que isso não é o fim do mundo. Também é essencial para que saibamos respeitar hierarquias, autoridades e a enxergar o outro com mais respeito e consideração.
Na rua não tínhamos permissão para pedir nada nas lojas em que entrávamos. Minha mãe avisava, antes de sair de casa, que se pedíssemos alguma coisa não sairíamos mais com ela, além, é claro, de não ganharmos o presente. Fazer birra, então, era impensável. Sabíamos que seríamos castigadas quando chegássemos em casa e nem tentávamos enfrentá-la. Cumprimentávamos as pessoas ao chegar em qualquer recinto. Escutei mais de uma vez de meus pais: vocês não precisam gostar das pessoas, mas precisam ser educadas e cumprimentá-las.
Nossos professores eram admirados e respeitados. Jamais os xingamos ou levantamos a voz para eles, muito menos os agredimos fisicamente. Se eles nos chamavam a atenção, minha mãe sabia que era para nosso bem, que o objetivo era nos tornar cidadãos conscientes e de bem. Com certeza, se fôssemos advertidas, nossos pais ficariam do lado dos professores e não tirariam a autoridade deles questionando suas atitudes. Bem diferente da realidade a que assistimos nos noticiários em todo o país. Até de estresse pós-traumático alguns professores têm sido vítimas por serem constantemente humilhados e agredidos.
Há menos de dois meses, em uma viagem de São Paulo para Brasília, onde moro com meus filhos, tive de suportar, calada, um menino de cerca de dois anos gritar por quase duas horas, com pequenos intervalos, enquanto seus pais assistiam, passivos, a esse comportamento. Não consegui descansar ou dormir durante o vôo, o que costumo fazer, graças a esses gritos (estridentes) constantes.
É claro que muitos dos passageiros ficaram incomodados com essa gritaria toda. É claro que os comissários gostariam de ter chamado a atenção desses pais, ainda mais porque essa atitude do menino estava incomodando outros passageiros. Mas ninguém fez nada, afinal de contas, além de os pais não educarem seus filhos, eles se revoltam se alguém tenta fazê-lo. Acreditam que a responsabilidade é única e exclusiva deles.
Mas se é assim, por que eles não educam seus filhos? Por que somos obrigados a aturar crianças mal-criadas e fingir que nada está acontecendo? Será que esses pais não percebem o mal que estão fazendo a seus filhos, a mensagem que estão passando para eles, de que eles podem fazer o que bem entenderem no lugar que bem entenderem e a hora que bem entenderem? Onde está o respeito ao próximo?
Não são esses meninos que mais tarde se tornarão monstros e queimarão índios em praça pública ou praticarão furtos e outros crimes, lesando nossa sociedade? Se eles aprenderem que não há limites para o seu querer, que eles podem tudo, que não precisam lidar com “nãos” em suas vidas, que tipo de pessoas eles se tornarão? Apesar de o assunto não ser divulgado, os índices de suicídio na juventude cresceram assustadoramente nos últimos anos. A depressão também aumentou e os índices de violência infanto-juvenil disparou.
Realmente não entendo esses pais que, em nome de uma pseudo-liberdade dos filhos, desperdiçam oportunidades de orientá-los e de mostrar a eles que existem regras de convivência e que nem tudo que queremos fazer nos é permitido. Mesmo estando presentes fisicamente, estes pais estão ausentes das vidas dos filhos, muitas vezes ocupados no Whatsapp e no Facebook, outras vezes mergulhados no trabalho e em outros afazeres.
Em contrapartida, as crianças se isolam também nessas tecnologias e nos games, acostumadas a ficarem em segundo plano no campo afetivo e serem atendidos em termos materiais, o que gera uma contradição: crianças carentes afetivamente e mimadas materialmente. Ganham tudo o que pedem, mas não ganham a atenção, o carinho e o diálogo de que tanto necessitam. Espero que um dia esses pais caiam em si e percebam que o que pode traumatizar uma criança é justamente viver sem limites, e torço muito para que isso aconteça o quanto antes!

Luciana Mendina é jornalista e autora do livro “O autismo tem cura?”, publicado pela Editora Langage. Fonte: BlogLeiturinha. EMT - Divulgação

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Campanha genial fala sobre abuso infantil com as crianças - Leiturinha

Por Gabriella Reis | Leiturinha.

Perda, separação, morte, sexualidade, preconceito. A lista de coisas extremamente complexas e delicadas de se explicar aos pequenos está aí. Batendo à porta e pedindo um pouquinho da atenção da família… Não é tão difícil quanto parece. Quando o assunto então é abuso infantil,  entra em jogo a confiança. E neste momento, mais do que nunca, os pequenos precisam saber em quem confiar e como identificar comportamentos que não são para o seu bem.

Assuntos sérios são coisas de criança sim! Você precisa de tato para abordá-los, mas eles são fundamentais. É indispensável que, ainda em formação, a criança possa refletir e compreender coisas que dizem respeito à sua segurança. Ser clarotransparente e saber usar a linguagem dos pequenos não parece tarefa fácil, mas é lindamente possível. A prova disto é um vídeo fantástico da NSPCC (National Society for the Prevention of Cruelty to Children) em sua campanha que tem como mote o combate ao abuso sexual infantil.

A organização que atua no Reino Unido e Ilhas do Canal disponibilizou o vídeo que você confere a seguir. Da maneira mais descontraída e com um dingle de colar na cabeça e deixar a gente cantarolando o dia todo, dinossauros animados – chamados no vídeo de ‘pantosaurus’ – dançam a canção que alerta os pequenos para “não abaixarem suas calças para estranhos” de uma maneira incrivelmente leve, alegre e clara.

Quando você for tratar do assunto com seu pequeno, talvez um vídeo como este possa ajudar. Você também tem como sua forte aliada a literatura nestes momentos. Encontre a melhor forma de conversar com os pequenos ou, se preferir, todas elas! Só não vale deixar o assunto de lado.

Informações de Exame e NSPCC. Fonte: BlogLeiturinha. EMT – Divulgação


 Veja o vídeo clicando AQUI

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

O Papel do Pai - Por Rosângela Silva - Revista Dávila

Divulgação

A família tradicional cujo papel do pai era prover, proteger, sustentar, punir e dar segurança, da mãe educar e ensinar e o dos filhos  aprender e incorporar as regras ensinadas há muito vem se modificando.
Boa parte das crianças e jovens hoje vive com apenas um dos pais, na maioria das vezes só com a mãe.
Na nova concepção familiar, todos têm que se adaptar e adequar para cumprir os novos papéis e desafios que se instalam. Pontos positivos e negativos desfilam entre todos que têm que se remodelar para atender às novas exigências e expectativas da sociedade.
Nessa nova formatação familiar, muitas mudanças ocorreram. A mãe, antes responsável pela organização doméstica e rainha da afetividade e aconchego teve que partir para o mercado de trabalho e esse papel ficou delegado às empregadas, avós e até para os professores. O pai, em muitos casos, transformou-se numa figura ainda mais ausente, pouco participativo na formação de seus filhos, devido às inúmeras exigências oriundas do trabalho. Outros passaram a dividir com a mãe tarefas ligadas aos filhos que antes eram só do universo feminino: dar banhos, alimentar, frequentar reuniões escolares, auxiliar nos lições de casa e estudos.
Só o que ainda não mudou é o papel fundamental do pai, estando casado ou não, na construção da identidade de seus filhos, sejam eles do sexo masculino ou feminino.
Sendo pai de menino, o homem será responsável pela sua identificação sexual e servirá como modelo em seus hábitos e atitudes. O pai para as meninas tem significado crucial , pois mesmo identificando-se com as mães,  elas buscam atingir o amor paterno que lhes possibilitará conhecimentos sobre o sexo oposto. Ele é o primeiro homem na vida da filha, pois é com ele que ela aprende a entender o universo masculino. Hoje, pesquisas indicam que meninas que estiveram fortemente ligadas aos pais na infância demonstram ser mais seguras e ter alta autoestima.
Estudos também indicam que a ausência paterna faz com que os meninos deem valor excessivo ao dinheiro e às conquistas materiais, buscando o sucesso a qualquer preço, conquistando todas as mulheres que forem capazes, descarregando suas  carências nos gestos  violentos e agressivos.
Já nas meninas, a falta do pai faz com que surja um sentimento de culpa e inadequação que gera um baixo autoconceito, podendo dificultar  o entrosamento sexual com o sexo oposto.
Por tudo isso, pode-se concluir que a ausência paterna, tanto para as meninas quanto para os meninos, apresenta perdas fundamentais para o seu desenvolvimento e aprimoramento pessoal.
Pais, seu  maior presente aos filhos é a sua presença. Fonte: RevistaDavila. EMT - Divulgação

Dicas para garantir a saúde auditiva do seu filho - Blog Leiturinha

Foto: Divulgação

Coluninha | Por Lílian Kuhn.

Férias chegando, criançada com tempo livre… que tal reservar uns minutinhos para cuidar da audição do seu filho? Poucos sabem, mas esse sentido está diretamente relacionado ao desenvolvimento da linguagemaprendizagem e socialização do ser humano. Por isso, cuidado e acompanhamento se tornam essenciais desde sempre. Uma curiosidade: a partir da 16ª semana de gestação os bebês já podem até responder aos estímulos sonoros externos ao corpo da mãe. Legal, né?!
Bom, vamos lá! A regra número 1: evite exposição da criança aos ambientes barulhentos. Os sons surgem a todo o momento, a gente sabe, mas muitas vezes eles podem ser extremamente prejudiciais. No caso dos pequenos, o perigo é ainda maior porque o sistema auditivo ainda está em processo de desenvolvimento e maturação. Cuidado com os estouros de fogos de artifício (muito comuns nesta época por conta das festas juninas), aparelhos de som e televisão com os volumes muito altos e, para os mais crescidinhos, atente-se aos fones de ouvido. Eles adoram assistir a vídeos no youtube, né? Tudo bem, só não se esqueça de conferir se está tudo ‘normal’.
Sabe aqueles brinquedinhos e livros musicais fofos e vendidos por aí? Certifique-se que eles são de boa qualidade e foi testado e aprovado pela ANVISA. Alguns podem até achar que é ‘frescura de mãe e pai’, mas garanto que a exposição a um material com nível de ruído desregulado é capaz de trazer danos e traumas acústicos irreversíveis. Outra dica importante é prestar atenção aos sinais de alteração auditiva. Ele não se assusta/acorda quando acontecem ruídos altos? Está sempre desatento ao que acontece ao redor? Solicita muito a repetição da frase? Procure ajuda!
Por fim, leve o pequeno para uma avaliação audiológica anual. O seu filho visita o dentista, oculista e pediatra regularmente, não é? Anote na agenda a consulta com um fonoaudiólogo também! Combinado?

Lílian Kuhn é fonoaudióloga com especialização em Audiologia e Mestrado e Doutorado em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. Há dez anos atende crianças e adultos com distúrbios de linguagem. Fonte: BlogLeiturinha. EMT - Divulgação

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Estúdio EMT lança e-book “Desenhando a Turma do Gabi 02”


Já está à venda no site da Amazon, o e-book “Desenhando a Turma do Gabi #02” da Editora EMT/Kindle.

A publicação alcança o público de todas as idades, pois o cartunista e escritor Moacir Torres ensina a desenhar dezenas de personagens da Turma do Gabi com traços simples.

Para adquirir o novo livro de atividades, basta acessar:  https://www.amazon.com.br/dp/B01K7JOOUA

SERVIÇO
E-book: Desenhando a Turma do Gabi 02
Autor: Moacir Torres
Editora: Emt/Kindle

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

No mês do folclore, encontro Pé de Letra destaca importância da contação de histórias


Carmelina de Toledo Piza e Vanessa Aranha Morimoto são as convidadas de agosto

Precioso auxílio à prática pedagógica de professores na Educação Infantil, a importância da contação de histórias na sala de aula será tema do encontro Pé de Letra da próxima segunda-feira, dia 15 de agosto, às 20h, no Villa Scamboo em Americana. As contadoras de histórias Carmelina de Toledo Piza e Vanessa Aranha Morimoto dividem com os participantes suas experiências e comentam: contar histórias é técnica ou dom? Como despertar nas crianças em idade escolar o gosto pela leitura por meio da arte de contar histórias?

Durante o bate-papo, além de Carmelina e Vanessa, os participantes também são convidados a dividirem suas opiniões, comentários ou dúvidas, já que a proposta do encontro é democratizar conhecimentos. Criado em março deste ano, o intuito do encontro mensal é discutir temas que envolvem literatura e educação e reunir interessados nesse universo literário em um ambiente descontraído.

A escolha pelo tema do encontro do mês se deu principalmente por agosto ser tradicionalmente conhecido como mês do folclore; mitos e lendas que as pessoas passam de geração para geração;  nada melhor do que trazer para o centro da conversa uma das atividades mais antigas de que se tem noticia, a contação de história; um  momento mágico que desperta a imaginação e as emoções.

O Pé de Letra acontece toda terceira segunda-feira de cada mês numa parceria da Editora Adonis, Villa Scamboo e o curso de Pedagogia do Unisal – Unidade Americana e tem moderação  de Maria Amélia Moscom. O encontro surgiu a partir da coluna homônima, publicada quinzenalmente no site da Editora Adonis, um espaço para que os participantes exponham suas ideias.

Sobre as convidadas:
Carmelina de Toledo Piza é mestre em Educação Comunitária, psicopedagoga e pós-graduada em Arteterapia. Em 1999, abriu o Espaço para Arte de Contar Histórias, em Piracicaba, onde ensina a arte de narrar aos profissionais da educação, da saúde e de outras áreas. Em 2001, formou o grupo Na Cia. da Tia Carmelina. Pela Editora Adonis publicou os livros Caju, uma história de amor (2004) e Passa balaio trançado de sonhos e conta uma história...  (2ª Edição -2013).

Vanessa Aranha Morimoto é formada em Pedagogia, educadora brincante e contadora de histórias formada pela Cia da Tia Carmelina de Toledo Piza desde 2004. Integrante do Grupo Alecrim – Cultura da Infância, que realiza apresentações em livrarias, bibliotecas, escolas e eventos culturais. Trabalhou na Educação Infantil durante oito anos. Publicou o livro Menino urso (2016) pela Editora Adonis, onde é a contadora de histórias no projeto Como nasce um livro?.

Serviço: Pé de Letra
Dia 15 de agosto, às 20h, no Villa Scamboo
Av. Paulista, 75 – Americana/SP

terça-feira, 9 de agosto de 2016

9º Concurso Cultural da Turma do Gabi - Desenho contará com 100 trabalhos selecionados para exposição


Inscrições seguem até 30 de Agosto.

O Concurso recebeu até agora cerca de 300 trabalhos de crianças e jovens de vários estados. Os desenhos premiados serão anunciados em outubro.

O 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho de Indaiatuba (SP) terá 150 trabalhos expostos de 03 a 30 de Outubro no Centro de Convencões Aydil Bonachella (Rua das Primaveras, 210, 210 – Jardim Pompéia).

A edição recebeu até o momento cerca de 300 desenhos de crianças e jovens com idades entre 9 e 14 anos, de cidades do estado de São Paulo, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Sul.

O tema deste ano foi Olimpíadas.

No dia 17 de Setembro, a comissão de seleção e premiação do 9º Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho se reune para escolher entre os 300 trabalhos que serão pré-selecionados, os 100 que serão expostos a partir do dia 01 de Outubro, no Centro de Convenções Aydil Bonachella.

Os trabalhos premiados também serão definidos, mas só serão anunciados em outubro, durante solenidade com data a ser divulgada.

Os três ganhadores receberão um Tablet cada, as três menções indicadas pelo júri serão contemplados com um Kit de revistas e livros da Turma do Gabi.

O júri de seleção final e premiação será formado por Wilma Schroeder (Artista Plástica), Airton Parra Sobreira (Artista plástico e Escritor) e Moacir Torres (Cartunista e Escritor).

“O Concurso Cultural da Turma do Gabi – Desenho vem a cada ano se superando, tanto na quantidade de trabalhos, como na qualidade dos desenhos participantes”.

O evento é realizado pelo Estúdio Moacir Torres (EMT) com apoio do Colégio Episteme e da Secretaria de Cultura.

A relação dos participantes da exposição bem como os nomes dos premiados estarão no site: www.turmadogabi.com.br a partir do dia 03 de Outubro. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Piracicaba - Salãozinho de Humor expõe 225 trabalhos selecionados - SP.

Caricatura de Amy Amy Winehouse
(Foto: Gabrielly Custódio)

Obras premiadas serão anunciadas em outubro; edição teve 25 esculturas.
Competição recebeu 3.169 desenhos de estudantes de vários estados.

O 14º Salãozinho de Humor de Piracicaba (SP) terá 225 trabalhos em exposição. A edição recebeu 3.169 desenhos de estudantes com idades entre 7 e 14 anos das redes municipal, estadual e particular de ensino, de cidades do estado de São Paulo; Santa Catarina e Rio de Janeiro.
Os temas recorrentes neste ano foram a crise política brasileira, a dengue e o zika vírus, a gripe H1N1, além de caricaturas de celebridades diversas.
No dia 7 de julho, a comissão de seleção e premiação do 14º Salãozinho de Humor de Piracicaba se reuniu para escolher entre os 320 trabalhos pré-selecionados, os 225 que serão expostos a partir do dia 27 de agosto, no Engenho Central.
Os trabalhos premiados também foram definidos, mas serão anunciados em outubro, durante solenidade com data a ser divulgada. Os primeiros, segundos e terceiros colocados de cada categoria, estudantes de 7 a 10 anos e de 11 a 14 anos, serão contemplados com bicicletas, skates e patinetes.
O júri de seleção final e premiação foi formado por Fábio San Juan, artista gráfico, ilustrador editorial e professor de história da arte licenciado Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); Camila Daniele Santos, professora de arte do Estado de São Paulo; e Erasmo Spadotto, cartunista piracicabano.
Para Spadotto, os estudantes se voltaram às questões atuais do Brasil, como as relacionadas ao cenário político e as epidemias de dengue e Zika Vírus. “Mas, recebemos também muitas caricaturas, entre elas estão personagens do Chaves, a Dilma Rousseff, Frida Kahlo, Amy Winehouse e cantor sertanejo José Rico, que morreu recentemente, foi bastante explorado neste segmento”, disse.
O Salãozinho de Humor de Piracicaba procura difundir o desenho como instrumento de conhecimento mediado pelas relações entre a arte e educação, além de fomentar o desenvolvimento de novos artistas e incentivar a formação de um público que esteja mais familiarizado com o universo do humor gráfico.
O evento é realizado pela Secretaria da Ação Cultural de Piracicaba (Semac) e pelo CEDHU.

Inscriçôes Abertas
Estão abertas até o dia 22 de julho as inscrições para o 43º Salão Internacional de Humor de Piracicaba. As categorias em cena são cartum, charge, caricatura, tiras/HQ (histórias em quadrinhos) e tema mobilidade. A premiação soma R$ 55 mil. O regulamento na íntegra e a ficha de inscrição estão disponíveis no site do evento: www.salaointernacionaldehumor.com.br. 
Fonte: http://g1.globo.com/. EMT - Divulgação