segunda-feira, 12 de março de 2018

ABRIN 2018 assegura mais crescimento para os brinquedos

Divulgação/ABRIN

Negócios realizados na 35ª edição da feira devem representar quase 30% dos negócios projetados pelos fabricantes para o ano, que deve encerrar com faturamento 7% maior – algo em torno de R$ 6,8 bilhões.

O bom momento do setor ficou evidenciado na ABRIN 2018 – Feira Internacional de Brinquedos, encerrada no dia 8 de março no Expo Center Norte, em São Paulo.
Estandes cheios, mais de 15 mil visitantes e muitos negócios realizados marcaram a 35ª edição da feira, que apresentou mais de 1.000 lançamentos para abastecer o varejo e encantar as crianças nos próximos meses. A ABRIN é o principal encontro anual de negócios e relacionamento de um setor que cresceu de forma contínua nos últimos dez anos: em 2017, a indústria brasileira de brinquedos faturou R$ 6,391 bilhões, 6,2% a mais que no ano anterior.
“A criança é prioridade na família brasileira. Nós não vendemos só brinquedos, vendemos fantasia, sonhos, e ajudamos a formar as novas gerações. É por isso que vamos continuar crescendo”, afirma Synésio Batista da Costa, presidente da ABRINQ – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos. “A expectativa para 2018 é de um faturamento 7% maior e a recém-encerrada edição da ABRIN comprovou esta estimativa.”

Mais negócios
Pelo segundo ano, a ABRIN realizou as Rodadas de Negócios, um conjunto de reuniões pré-agendadas entre compradores especialmente selecionados pela organização e expositores que oferecem produtos do interesse desses compradores.
As 171 reuniões realizadas durante dois dias entre 16 compradores doDistrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo (capital e região metropolitana) e as empresas expositoras, renderam negócios estimados em R$ 5,88 milhões para os próximos 12 meses.
A ABRIN abriu oportunidade também para pequenos fabricantes, que puderam participar da feira por meio de projetos especiais de estandes, com tamanho entre 9 e 20 metros e montagem padronizada. O formato ofereceu um ótimo retorno do investimento para expositores que vieram para conhecer a feira ou ganhar corpo para retornar com estandes maiores.
Realizada pelo terceiro ano, a iniciativa vem atraindo um número maior de empresas a cada edição: o número de participantes cresceu de 6, em 2017, para 16 neste ano, sendo nove deles estreantes.

Conhecimento
Além dos negócios, a ABRIN colabora para o desenvolvimento do mercado de brinquedos por meio da transferência de conhecimento. O ABRIN Talks ofereceu 15 horas de conteúdo gratuito para os visitantes, oferecido por especialistas das áreas de inovação, negócios, gestão, marketing, licenciamento, consumo e outros temas relevantes para a atualização do varejo.
Promovida pela ABRINQ – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos e Francal Feiras, a ABRIN é a terceira maior feira de brinquedos do mundo e maior da América Latina.
Sobre a ABRINQ – A Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos – ABRINQ é a entidade de classe de representação oficial da indústria e do mercado de brinquedos. Promove anualmente a ABRIN – Feira Internacional de Brinquedos, quarto maior evento do setor no mundo.
Sobre a Francal Feiras – Este ano a Francal Feiras comemora a 50ª edição da FRANCAL, principal feira de seu portfólio e um dos maiores eventos calçadistas do mundo. O sucesso da feira deu origem à promotora, que se tornou uma das líderes do mercado e é reconhecida pelo dinamismo, profissionalismo e alta qualidade que imprime a todos seus eventos. Atualmente, a Francal Feiras colabora para o desenvolvimento de 15 importantes segmentos da economia por meio de eventos que ampliam a visibilidade das marcas, as oportunidades de negócios, o relacionamento de toda a cadeia e o conhecimento.

SERVIÇO:
ABRIN 2017 – 35ª FEIRA INTERNACIONAL DE BRINQUEDOS
Realizada de 5 a 8 de março, no Expo Center Norte
Informações pelo telefone: (11) 2226-3100
www.abrin.com.br
Facebook: FeiraAbrin


15 coisas para fazer antes que os filhos cresçam

Divulgação

Na correria do dia a dia, nem sempre nos damos conta da passagem do tempo. Impressionante como eu olho para o calendário fixo à minha geladeira e me surpreendo com a rapidez com que as folhinhas dos meses são retiradas de lá.

Sem aviso, as palavras que minha filha pronunciava com os adoráveis erros fonéticos dos primeiros anos de vida começaram a ser faladas com perfeição. As fraldas, que ocupavam um enorme espaço nas gavetas, se foram para não mais voltar.

Os 30 melhores livros infantis de 2017
Onde está aquele bebezinho que morava em minha casa? Deu lugar à uma linda menininha, que a cada nova fase me apresenta novos desafios e alegrias. E, por incrível que pareça (porque dá um trabalho enorme cuidar de criança pequena!), sinto que sentirei saudades de muitas coisas que vivemos nos dias de hoje.

Imagino que você tenha o mesmo sentimento. Por isso, acredito que vá se identificar com a lista das coisas que eu sugiro fazer antes que so filhos cresçam. Ao final, me conte como você poderia complementá-la, combinado?

15 coisas para fazer antes que os filhos cresçam
1. Segurá-lo por uma hora inteira, enquanto ele descansa em seus braços (lembre-se de que em pouco tempo seu corpo não caberá mais nesse mesmo espaço).

2. Sentir sua mão que a agarra com força, apesar de ter o tamanho do dedo mindinho.

3. Cheirar seu cabelo, na tentativa de guardar para sempre na memória aquele aroma de bebê.

4. Fazer caretas e vê-lo gargalhar. E perceber que a alegria não depende de mais nada.

5. Deixá-lo dormir em sua cama naquela noite terrivelmente fria de inverno.

6. Levá-lo à praia e passar uma tarde inteira pegando conchinhas.

7. Marcar sua altura na mesma parede, a cada ano que passa.

8. Comer chocolate escondido e vê-lo se perguntar de onde vem aquele cheirinho gostoso (que dó!).

9. Inventar a história mais sem pé nem cabeça que lhe passar pela cabeça. Ele não discutirá o porquê “da girafa ter entrado no disco voador para ir à festa que a vovó está fazendo no quintal de casa”.

10. Aproveitar o título de mãe (ou pai) mais sabido do universo.

11. Brincar de esconde-esconde e vê-lo com metade do corpo para fora do esconderijo, certo de que está muito bem escondido.

12. Tomar chá imaginário, comer a comida do restaurante que ele acabou de abrir ou brincar de super-herói (com direito a correr com capa pela casa).

13. Fazer com as próprias mãos seu bolo de aniversário (aproveite que nessa fase ele sempre dirá que ficou lindo, independente de seu grau de inabilidade para a tarefa).

14. Abraçá-lo com todas as suas forças na saída da escola. Em alguns anos, isso será considerado “pagar o maior mico com a galera”.

15. Dizer “eu te amo” todos os dias! Para que nunca, sequer por um segundo, ele deixe de acreditar que você estará lá sempre que ele precisar.

Por Disney Babble. Fonte: www.leiturinha.com.br  

sábado, 10 de março de 2018

Família, escola e amigos: Os diferentes papeis na missão de lidar com as diferenças

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Autora: Gabriela Bandeira

A maneira como uma criança lida com as diferenças é influenciada por vários fatores. O meio onde vive, a percepção de mundo que constroi dia a dia e, principalmente, a forma como os pais e a escola onde estuda abordam o assunto.
É importante lembrar que a convivência com as diferenças desde cedo, transforma as crianças em adultos mais tolerantes e empáticos. Agora, a tarefa de ensiná-las a lidar com estas diferenças é papel de quem? Dos pais ou da escola?
Aprendendo a viver com o diferente
Ana Maria se casou com o marido, Carlos, em 1992. Decidido em adotar, o casal logo se inscreveu num programa e viajaram para buscar os gêmeos Rafael e Renato. “Na época, não fiz exigência nenhuma. Até porque acredito que adotar um filho seja diferente de entrar num supermercado e escolher um produto na prateleira”, explica.
Logo que chegou em casa com os bebês, Ana percebeu algumas peculiaridades que só mais tarde viriam a se confirmar com o parecer médico: Rafael e Renato eram autistas. Antes mesmo do diagnóstico, o pediatra alertou a família sobre a primeira medida que deviam tomar: matriculá-los numa escola. Isso porque, segundo ele, a convivência com outras crianças poderia ajudar no desenvolvimento.
Estar na escola foi um dos pontos positivos na vida dos gêmeos que, por causa da condição, apresentavam dificuldades motoras e comportamentais. A exclusão social por parte dos colegas surgiu por volta dos nove, dez anos. “Eles começaram a perceber que não eram chamados para grupos de trabalho. Às vezes, acontecia alguma festinha de aniversário, e só ficávamos sabendo na segunda-feira seguinte. Ninguém os chamava na hora do recreio”, conta Ana. Ela ainda acrescenta que os filhos fizeram amizade com alunos da classe especial da escola. “Num final de ano, acabaram me dizendo que queriam estudar com eles. Não sabiam que eram alunos com algum tipo de deficiência, porque não tinham essa consciência”, relembra.
Alunos deficientes podem estudar em turmas regulares?
Alunos deficientes e com dificuldades de aprendizado podem, sim, estudar em escolas e turmas regulares. Exemplo disso é o trabalho desenvolvido na Escola Municipal Júlio Bonazzi, em Poços de Caldas (MG). Dos 400 alunos, 47 estão no programa de inclusão. “O que muda é a maneira como você vai trabalhar o conteúdo com esses alunos e o comportamento em sala de aula. É necessário, acima de tudo, se preocupar com aquela criança”, afirma a diretora Neusa Aparecida da Silva.
Há mais de 20 anos na área da educação, ela vê com bons olhos a convivência dos alunos com as crianças deficientes. “A inclusão vem para somar. Mudamos nossa postura, nossa maneira de ver as coisas. É um ganho muito grande para lidar com as diferenças”, pontua.
Família e escola de mãos dadas
Apesar do papel fundamental da escola nesse processo de inclusão, Ana Maria acredita que a educação que as crianças recebem em casa é essencial para desconstruir preconceitos e transformar a sociedade. “Primeiramente, é preciso que os pais conversem com os filhos, e expliquem que existem pessoas diferentes. Se educarmos as crianças, elas serão adultos muito melhores do que nós somos”, afirma.
Neusa defende a inclusão e permanência de alunos com deficiência, mesmo em escolas regulares e da rede pública. “Não tive essa oportunidade na minha geração, porque naquela época, as crianças não costumavam frequentar a escola. Mas vejo como algo positivo para todo aluno. Eles criam laços de companheirismo, de amizade. Além da parte de empatia. Se a sala está agitada, falando alto, alguém sempre lembra os colegas que tem um aluno autista, por exemplo, e todos ficam quietos”, finaliza.
Se ensinar crianças a lidar com as diferenças é tarefa dos pais ou da escola? Diria que é de ambos, uma construção diária e que deve ser moldada aos poucos, para partirmos rumo a um mundo melhor.

Nova revista digital com HQs da Turma do Gabi – Gratuita!

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O Estúdio Moacir Torres acaba de lançar a quinta edição da revista digital em quadrinhos da Turma do Gabi.

Esta edição traz novas aventuras educativas e bem-humoradas da turminha que, neste ano, completa 43 anos.

A publicação é gratuita! Para conferir, basta acessar o link: https://view.joomag.com/turma-do-gabi-05-turma-do-gabi-5-1/0071170001519239627

Serviço:
Turma do Gabi em Quadrinhos 05
Autor: Moacir Torres
Editora Emt/Joomag